Todos

Síndrome de burnout: o que é e como tratar?

Síndrome de burnout: o que é e como tratar?

O estresse e cansaço relacionado ao trabalho tem nome e ele foi batizado como Síndrome de Burnout. Sim, é isso mesmo! Esse distúrbio psíquico é caracterizado pelo esgotamento profissional.

No Brasil, inclusive, cerca de 30% dos trabalhadores relataram isso numa pesquisa realizada pela International Stress Management Association (Isma).

De acordo com eles, o alto índice de demissões, a competitividade acirrada, as cobranças diárias por melhores desempenhos e qualificações os deixam muito estressados e desmotivados, a ponto de se sentirem incapazes mentalmente e fisicamente. Você conhece alguém que se enquadra nesse contexto? Então, veja com prevenir e tratar o problema!

Quais são as principais causas da Síndrome de Burnout?

As relações interpessoais abusivas, aliadas às tarefas exaustivas são fatores que favorecem o surgimento desse tipo de transtorno. No entanto, outros motivos também são responsáveis por essa manifestação:

  • ficar muitas horas no trânsito para chegar ao trabalho;
  • receber cobranças excessivas por desempenho;
  • trabalhar longas jornadas;
  • assumir muitas responsabilidades;
  • executar um volume de trabalho acima do adequado;
  • vivenciar conflitos com colegas de trabalho;
  • dormir insuficientemente.

Como os sintomas se manifestam?

Embora esse seja um distúrbio que afeta principalmente as emoções, o corpo físico também é prejudicado pelos sintomas. Por exemplo, as pessoas que passam por esgotamento profissional geralmente sentem cansaço exagerado, dor de cabeça frequente, transpiração constante, falta de ar, fadiga, dor muscular, enxaqueca, alergia, problemas gastrointestinais, coceira crônica, além de pressão alta.

Os indícios emocionais também são evidenciados por meio de ansiedade, irritabilidade, desmotivação, depressão, desânimo intenso, preocupação excessiva, insônia, complexo de inferioridade, esquecimento, falta de concentração, procrastinação.

Como é o tratamento da Síndrome de Burnout?

Depois do diagnóstico, os pacientes são submetidos a um tratamento multidisciplinar, a fim de que eles possam se autoconhecer e recuperar autoestima.

Por isso, além do tratamento psicológico, eles são orientados a praticar mudança de hábitos. Ou seja, o sucesso da terapia também depende da implementação de um estilo de vida mais saudável como a pratica de exercícios físicos, relaxamento, consumo de alimentos nutritivos.

O envolvimento da família e dos amigos também é fundamental nesse processo, pois isso ajuda os pacientes a recuperarem a autoconfiança. E dependendo da complexidade, o especialista pode prescrever uso de antidepressivos e até internação.

É possível prevenir?

Algumas medidas são fundamentais quando falamos de prevenção. Em alguns casos, as mudanças de hábitos ajudam significativamente nesse processo. Por exemplo, se para chegar ao trabalho você passa muito tempo dentro do carro ou transporte público, então, tente tornar esse percurso mais agradável. Como? Procure levar consigo o seu livro favorito ou selecione a sua playlist para ir ouvindo durante o caminho.

É fato que a maioria das pessoas trabalham muito e quase não tem tempo para praticar outras atividades, já que também cumprem uma segunda jornada quando chegam em casa. Nesse caso, mesmo que seja um período curto, tire um tempo para você meditar, fazer exercícios.

Outra forma de prevenção tem a ver com o autoconhecimento. Ou seja, procure se conhecer e aprenda a canalizar melhor as suas emoções. Além disso, tente não levar para o lado pessoal as cobranças feitas no trabalho e converse com os responsáveis pela gestão da empresa sobre os possíveis desgastes. Com essas pequenas ações, por exemplo, é possível se prevenir da Síndrome de Burnout.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como psiquiatra em Foz do Iguaçu!

Posted by Dra. Simone Radecki in Todos
6 sinais que você precisa ficar atento para procurar ajuda psiquiátrica

6 sinais que você precisa ficar atento para procurar ajuda psiquiátrica

No ranking mundial, o Brasil ocupa o primeiro lugar do pódio quando falamos de ansiedade, segundo o Instituto Ipsos. A pesquisa realizada por eles revelou que 4 entre 10 brasileiros sofrem com o transtorno. Ou seja, 41% dos 16.038 entrevistados relataram o problema em diferentes níveis. No entanto, a maioria ainda não buscou ajuda psiquiátrica.

Ressaltamos que a ansiedade é apenas um dos muitos transtornos mentais que precisam ser avaliados por um especialista. Pois só assim é possível prescrever diagnóstico assertivo e implementar medidas terapêuticas pontuais. Portanto, neste artigo, apresentamos alguns sinais que ajudam você a entender melhor sobre o momento oportuno de procurar ajuda psiquiátrica. Veja mais!

Quando buscar ajuda psiquiátrica?

A seguir, saiba quando é necessário buscar ajuda psiquiátrica.

Oscilação no humor

As alterações de humor podem não indicar um problema mental, porque essas mudanças também dependem do contexto vigente vivido. Então, em situações de alegria, o normal é que as pessoas se sintam contentes e em ocasiões de tristeza, elas certamente não estarão sorrindo. Ou seja, dependendo do momento, as emoções podem variar.

No entanto, destacamos que as mudanças de humor ligadas a algum transtorno mental é diferente disso, porque, nesse caso, o indivíduo tende a sair de uma situação de profunda tristeza para um estado de euforia, irritação, intolerância, alegria, por exemplo, sem um motivo aparente. Pois as emoções acontecem sem que ele tenha qualquer domínio sobre elas.

Falta de concentração

Os distúrbios psicológicos dificultam os processos mentais e cognitivos, sendo assim, os problemas relacionados à concentração se tornam iminente. Ou seja, as pessoas que se enquadram nessa categoria, normalmente, esquecem com facilidade, procrastinam seus afazeres e têm problemas de tomar decisão.

Falta de sono

Inevitavelmente, a insônia faz parte do cotidiano daqueles que sofrem com problemas psiquiátricos. Afinal de contas, o distúrbio do sono comumente está associado a perturbações mentais. Para que você tenha uma ideia, 26% dos entrevistados pelo Instituto Ipsos disseram sofrer com a falta de sono.

É claro que dependendo do contexto, a insônia é até justificável e não representa sintoma de distúrbio algum. Por isso é fundamental que você busque ajuda especializada para obter um diagnóstico correto.

Alteração no apetite

Outro ponto que pode indicar necessidade de ajuda psiquiátrica tem a ver com as mudanças no apetite. Isso quer dizer que tanto a ausência de fome quanto compulsão na hora de comer são indícios relevantes.

Então, se você passa horas sem se alimentar e não sente vontade de comer, mesmo depois de tanto tempo de privação, é importante consultar um médico, a fim de que uma avaliação pontual seja realizada. A mesma orientação serve para aqueles que passaram a comer exageradamente, em grandes quantidades, mesmo sem sentir fome.

Dores no corpo

Os transtornos mentais afetam corpo e mente. Por isso é muito comum os pacientes se queixarem de dores musculares, estomacais, abdominais, uma vez que as doenças psicossomáticas desencadeiam uma série de desequilíbrios no organismo. Além disso, eles também podem ser acometidos de manchas na pele, falta de ar, constipação, diarreia, tremores.

Vontade de se ferir

A sensação prolongada de tristeza, medo, ansiedade, depressão, pode levar o paciente a ter pensamentos suicidas. Ou seja, o excesso de negatividade, ódio, baixa autoestima, por exemplo, culminam comportamentos prejudiciais à saúde. Por isso é fundamental buscar ajuda, sobretudo, quando o desejo de ferir a si próprio se manifesta.

Alguns sintomas citados parecem comuns, sendo assim, muitas vezes, eles passam batidos frete às demandas do dia a dia. No entanto, as características que determinam a hora de buscar ajuda psiquiátrica tem a ver com a intensidade e persistência com que esses eventos ocorrem.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como psiquiatra em Foz do Iguaçu!

Posted by Dra. Simone Radecki in Todos
Baixa autoestima: saiba quando procurar ajuda

Baixa autoestima: saiba quando procurar ajuda

Além de problemas emocionais, a baixa autoestima também provoca distúrbios físicos. Inclusive, o levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) comprovou isso.

De acordo com a pesquisa, que foi realizada em todos os estados brasileiros, cerca de 56% dos entrevistados desenvolveram essa condição depois que perderam seus empregos.

E, por conta desse motivo também, 45% deles começaram a sentir vergonha de familiares e amigos próximos. Ou seja, uma parte significativa desse grupo passou a sofrer desânimos, insegurança, angústia, estresse, medo, além de enxaquecas e alterações na pressão arterial e no apetite. Viu como isso pode ficar sério? Então leia este artigo até o final e descubra quando procurar ajuda.

O que é baixa autoestima?

A autoestima é aquela característica positiva, na qual nós nos sentimos valorizados e nos contentamos com o que somos e temos. Portanto, é aquilo que traz confiança nas nossas atitudes e julgamentos. Por outro lado, a baixa autoestima é o contrário disso. Logo, ela é caraterizada pela perda do valor que depositamos em nós mesmos.

Por que isso acontece?

Primeiramente, não há um motivo específico, mas algumas causas são comumente associadas à essa condição. Entre os principais indícios, destacamos o sentimento de culpa, a generalização das experiências vividas, as comparações com os outros, o excesso de autocobrança e autossabotagem.

Quais são os sinais recorrentes da baixa autoestima?

É importante ressaltarmos que a baixa autoestima é o ponto de partida para vários distúrbios, como transtorno de ansiedade, dependência emocional, anorexia, bulimia, Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC). Logo, é importante você prestar atenção nos sintomas, pois só assim é possível implementar uma terapia capaz de melhorar esse quadro. Para lhe ajudar nisso, destacamos alguns deles:

  • Medo da rejeição;
  • Tendência à procrastinação;
  • Excesso de preguiça;
  • Hábito de culpar os outros pelos próprios problemas;
  • Timidez exagerada;
  • Medo de cometer erros;
  • Excesso de autocrítica;
  • Pensamentos negativos frequentes;
  • Dificuldade de aceitar os próprios limites;
  • Busca frequente por elogios;
  • Necessidade da aprovação de outras pessoas;
  • Dificuldade para tomar decisões;
  • Medo de tomar iniciativa;
  • Desleixo com a própria saúde;
  • Sensação de derrota antes mesmo de iniciar um projeto;
  • Dificuldade para expressar emoções;
  • Inveja de pessoa bem-sucedidas;
  • Dificuldade de atingir as próprias metas;
  • Descrença sobre a própria capacidade;
  • Falta de confiança em si próprio.

Quando procurar ajuda especializada?

Um ponto que precisa ser observado é a frequência dos episódios. Juntamente com isso, também é necessário observar a intensidade dos sintomas, porque, a partir disso, você consegue ter uma noção global do quanto a baixa autoestima lhe afeta. Portanto, essa autoavaliação deve ser levada em consideração, a fim de evitar problemas correlacionados.

Mas, como mencionamos, essa condição não acarreta apenas consequências emocionais, mas físicas. Nesse caso, verifique-as também. Ou seja, dores de cabeça regulares, alterações na pressão arterial, arritmia, fraqueza muscular, azia, problemas estomacais, cansaço exagerado, dificuldade de respirar.

Como abordamos, a baixa autoestima pode desencadear transtornos mais graves, já que ela é a origem de muitas desordens emocionais e físicas. Por isso, a observação dos sintomas ajuda você a descobrir o momento de procurar ajuda médica especializada.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como psiquiatra em Foz do Iguaçu!

Posted by Dra. Simone Radecki in Todos
Vantagens de adotar um estilo de vida saudável para a sua mente

Vantagens de adotar um estilo de vida saudável para a sua mente

É notável a mudança no comportamento dos brasileiros quando falamos sobre a busca por um estilo de vida saudável. Nesse sentido, o estudo realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) mostrou dados satisfatórios, uma vez que 71% dos — 3 mil —entrevistados disseram que estão cuidando mais da alimentação.

Quando se trata de exercícios físicos, os números também surpreendem, já que mais pessoas estão praticando alguma atividade, conforme revelou a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel). Nos últimos anos, segundo a Vigitel, o aumento foi de 24%.

Ou seja, os brasileiros, de forma geral, estão se dando conta da importância dos hábitos que favorecem à saúde. Afinal, quando cuidamos do corpo também promovemos à vitalidade da mente. Então, pensando nisso, neste artigo, mostro como essas e outras práticas nos geram benefícios. Fique por dentro!

Como um estilo de vida saudável beneficia a mente

Veja, a seguir, como adotar um estilo de vida mais saudável pode beneficiar a sua saúde mental.

Humor equilibrado

Quando nos alimentamos de maneira saudável, todo o nosso corpo é beneficiado, inclusive a mente. Afinal de contas, diversos nutrientes, contidos em muitos alimentos, turbinam o nosso cérebro e melhoram a nossa concentração.

Outro ponto positivo disso é que, ao adotarmos uma dieta rica em Ômega 3, Magnésio, fibras, Tripofano, vitamina C, Cálcio, também combatemos a ansiedade e depressão. Isso quer dizer que o nosso alimento é capaz de nutrir mente e corpo, quando usado de forma equilibrada.

Saúde potente

O estilo de vida saudável, que também pode ser adotado a partir de boas práticas de alimentação e exercícios físicos, melhora sobremaneira a resistência do nosso organismo. Pois, quando evitamos o consumo de comidas industrializadas e mexemos o nosso corpo com mais frequência, tudo orna em relação à saúde.

Com isso, melhoramos consideravelmente a qualidade do nosso sono, evitamos o estresse, equilibramos a produção de hormônios da “felicidade”, potencializamos a nossa disposição, elevando consequentemente a nossa autoestima. No final, também conseguimos prevenir uma série de doenças e ainda aliviamos sintomas de transtornos mentais.

Vida organizada

O estilo de vida saudável também traz vantagem no que se refere à otimização das nossas rotinas diárias. Quando a mente consegue trabalhar organizadamente, isso reflete em todo o resto. Então, quando controlamos o estresse, somos capazes de gerenciar melhor o nosso tempo, as nossas demandas e à nossa vida.

Relacionamentos interpessoais saudáveis

O autoconhecimento é uma das principais características relacionadas ao desenvolvimento pessoal. Portanto, ela é fundamental para todos nós que desejamos crescer como seres humanos, uma vez que isso nos ajuda a adotar mudanças positivas e identificar falhas pessoais.

Ou seja, se alimentamos o nosso corpo com os nutrientes necessários, também devemos cultivar hábitos saudáveis, no que tange à construção de relacionamentos. Então, é muito importante respeitarmos à diversidade e ouvirmos os outros atentamente. Dessa maneira, desenvolvemos melhor a qualidade e confiança nas relações que mantemos com outras pessoas.

A prática de exercícios físicos, aliado à alimentação equilibrada traz muitas vantagens à mente, justamente por ela fazer parte das características do estilo de vida saudável. Contudo, também destacamos a sensação de bem-estar, que é fundamental nesse processo de mudanças estrutural e emocional.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como psiquiatra em Foz do Iguaçu!

Posted by Dra. Simone Radecki in Todos
Entenda o perigo do estresse excessivo ao nosso corpo

Entenda o perigo do estresse excessivo ao nosso corpo

O estresse se caracteriza como a mistura de reações físicas e/ou mentais do nosso organismo perante situações que requerem um esforço emocional muito grande para serem superadas.

Quando nos encontramos em situações desfavoráveis, como desconforto, frustração, medo, irritação ou preocupação, esses estados provocam a liberação de cortisol e adrenalina no nosso sistema nervoso.

Esses hormônios, quando são liberados em quantidades elevadas, provocam alterações na saúde, na produtividade, nos relacionamentos, no humor e na qualidade de vida em geral do indivíduo.

Há a parte positiva desse estado, quando, por exemplo, nos mantém focados num determinado objetivo que almejamos alcançar ou quando, em situações de perigo, estimula o nosso corpo a reagir de forma rápida para sairmos daquele momento de adversidade.

Sinais de estresse excessivo

Ninguém fica doente devido ao estresse da noite para o dia. Nosso próprio corpo nos alerta quando as coisas não vão bem, basta somente ficarmos atentos. A seguir, vejamos alguns sinais:

  • Sensação constante de esgotamento;
  • Tensão nos músculos;
  • Alteração na qualidade do sono;
  • Problemas de pele;
  • Mudança de apetite;
  • Perda de interesse pelas coisas que gosta;
  • Ansiedade;
  • Dormência (principalmente nas mãos e no rosto);
  •  Problemas de atenção, memória e concentração;
  •  Hipertensão;
  • Depressão;
  •  Ansiedade;
  • Manchas roxas no corpo;
  • Gastrite e úlceras;
  •  Imunidade Baixa.

Causas e consequências

Geralmente, um indivíduo pode se sentir estressado em momentos significativos da sua vida, como:

  • Terminar um relacionamento;
  • Casar-se;
  • Mudar de emprego ou escola;
  • Ter um filho;
  • Doença;
  •  Falecimento de uma pessoa querida;
  • Desemprego;
  • Choque emocional causados por algum acidente;
  • Cobrança exagerada de si mesmo ou de outros relacionadas ao trabalho ou lazer.

Por consequência, podem aparecer problemas mais graves devido ao esgotamento físico e emocional, como diabetes, síndrome metabólica, aumentos dos níveis de triglicérides e do colesterol ruim. Em casos mais graves, pode levar a infertilidade.

Tratamento para o estresse

Esse mal está profundamente ligado ao nosso estilo de vida. Para tratar e até mesmo evitar o problema, é recomendado executar tarefas que tragam prazer, relaxamento e tranquilidade, entre elas:

  • Ler um bom livro;
  • Sorrir bastante;
  • Ter uma alimentação balanceada;
  • Praticar exercícios físicos;
  • Ouvir uma boa música;
  • Controlar a respiração;
  • Ter uma boa noite de sono;
  •  Praticar meditação;
  • Aprender a dizer não;
  • Se possível, evitar situações estressantes;
  • Ter contato com a natureza;
  • Reduzir a quantidade de cafeína no dia a dia.

Não existe um remédio que elimine o estresse e vale lembrar que, em certos momentos, todos nós o teremos, até certo ponto. Muitas das vezes é ele que nos faz levantar e correr atrás do que precisamos ou almejamos.

O problema surge quando ele se torna excessivo e supera nossa capacidade de adequação ou perdura por muito tempo. Quando não podemos eliminar o que está nos causando esse mal, temos que achar uma forma de nos adaptar a ele.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como psiquiatra em Foz do Iguaçu!

Posted by Dra. Simone Radecki in Todos
Conheça mais sobre o Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC)

Conheça mais sobre o Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC)

O Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) é considerado um distúrbio psicológico grave, que está presente na vida de cerca de 4 milhões de brasileiros. Além disso, como o respectivo nome já diz, se caracteriza por ações obsessivas e compulsivas.

A obsessão é caracterizada por ideias, imagens, pensamentos e impulsos recorrentes e indesejados, que tomam conta da parte mental da pessoa e causam bastante incômodo.

Já a compulsão consiste em ações repetitivas e perfeccionistas, em que o indivíduo se sente na obrigação de realizar para se sentir aliviado e, com isso, tentar diminuir a sensação de ansiedade.

Sintomas do transtorno obsessivo compulsivo

Os sintomas podem variar de acordo com cada quadro da doença, porém todos envolvem algum comportamento obsessivo ou compulsivo. As obsessões mais frequentes, são:

  • Mania excessiva de limpeza ou organização;
  • Sentir-se na obrigação de rever alguma ação feita com receio de ter esquecido;
  • Preocupação com objetos que não estejam perfeitamente alinhados ou em ordem.

As compulsões são meios que a pessoa encontra para responder às suas obsessões, que compreendem atividades mentais repetitivas e comportamentos observadores. Dentre eles, estão:

  • Lavar as mãos mais vezes que o normal;
  • Arrumar o mesmo lugar várias vezes;
  • Rezar ou contar silenciosamente;
  • Repetir algum ato com medo de que haja consequências caso não faça.

Analisando os sintomas ditos, o Transtorno Obsessivo Compulsivo aparenta estar presente na vida de muitas pessoas no dia a dia. Entretanto, os fatores que definem se a pessoa apresenta esse distúrbio são a recorrência e intensidade desses fatos.

Causas do TOC

A ciência ainda busca entender completamente as causas do transtorno. Embora não haja algo totalmente conclusivo, existem alguns motivos que podem influenciar. Dentre eles, podemos citar:

Genética

Pessoas com parentes que sofrem desse transtorno possuem maior probabilidade de apresentar o TOC.

Meio ambiente

Pessoas que sofreram algum tipo de abuso ou trauma possuem maior chance de desenvolver o TOC após o ocorrido.

Fatores psicológicos

Fatores psicológicos podem propiciar o aparecimento do TOC. Quando ensinadas de maneira errada a lidar com seus medos e ansiedades, algumas pessoas podem encontrar em suas manias ou rituais a confiança necessária para realizar suas atividades.

Tratamento para o transtorno obsessivo compulsivo

Uma vez que a cura para o TOC não foi encontrada, é extremamente importante realizar o tratamento adequado.

Portanto, caso note a presença de alguns desses sintomas, é indicado procurar ajuda de um psicólogo para que ele realize o diagnóstico correto e evite que o quadro da doença se agrave — o que poderia desencadear alguns outros transtornos psicológicos, como: depressão, ansiedade e distúrbios alimentares.

O psicólogo, através de conversas estimuladoras, irá encontrar meios para ensinar o paciente a ter um maior autocontrole e lidar melhor com o Transtorno Obsessivo Compulsivo.

Portanto, nota-se que, apesar do Transtorno Obsessivo Compulsivo aparentar ser algo comum, que está presente em ações simples do nosso dia a dia, na verdade, trata-se de um problema extremamente grave, que afeta completamente o bem-estar e a saúde mental da pessoa. Dessa forma, é indispensável o acompanhamento médico.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como psiquiatra em Foz do Iguaçu!

Posted by Dra. Simone Radecki in Todos
5 mitos e verdades sobre o transtorno bipolar

5 mitos e verdades sobre o transtorno bipolar

Resumidamente, o transtorno bipolar é uma patologia que provoca alterações de comportamento, levando o indivíduo a oscilar entre momentos de grande felicidade e profunda tristeza. Ou seja, a doença é marcada por alterações repentinas no humor, cuja frequência oscila entre quadros leves, moderados e graves.

Neste caso, os eventos de depressão, em boa parte dos casos, se alternam com o que chamamos de episódios de mania. A mania, por sua vez, é caracterizada por sentimentos de euforia e excesso de atividades físicas desproporcionais, em relação ao que estamos acostumados no cotidiano.

Entretanto, nem todas as pessoas acometidas pelo transtorno bipolar passam por esse tipo de manifestação. Logo, alguns indivíduos podem apenas manifestar ciclos de humos estável e mau humor, ao passo que outros apresentarão períodos de maior produtividade e irritabilidade.

Bem, um mito já foi derrubado. Agora, se você quer saber quais são as verdades e as mentiras que envolvem este tema, continue a leitura para ficar por dento.

Mitos sobre o transtorno bipolar

1# A doença só afeta o humor

O fato de a bipolaridade estar associada à alternância de humor, não significa que uma pessoa que esteja feliz em um momento e triste no outro seja bipolar. Isso porque, para se chegar a um diagnóstico preciso, o paciente precisa mostrar alguns sinais característicos de episódios maníacos, hipomaníacos, além de sintomas depressivos maiores.

Ou seja, isso vai além de afetar apenas o humor, porque também envolve particularidades de sintomas depressivos maiores, como vazio, irritabilidade, humor triste, além de mudanças cognitivas e somáticas, que afetam a capacidade de uma pessoa levar uma vida normal.

Nos episódios maníacos, por exemplo, muitos pacientes também apresentam insônia, agitação motora e distraibilidade. Agora, quando se trata de eventos hipomaníacos, os sintomas são similares aos do maníaco, porém, em intensidade menor. Portanto, é um mito achar que esse tipo de doença afeta apenas o humor.

2# O único tratamento é feito por meio de remédios

O uso de medicação é extremamente necessário nos quadros em que os sintomas de bipolaridade são graves. Porém, a terapia familiar, aliada à terapia cognitivo-comportamental, são imprescindíveis no processo de tratamento do indivíduo. Tais medidas contribuem para que ele tenha uma vida melhor.

Além disso, o tratamento em grupo também é fundamental, pois ajuda o paciente a ter autoconfiança e responsabilidade no que tange às ações terapêuticas. Ou seja, esse é mais um mito sendo desmistificado.

3# Pacientes bipolares não conseguem ter uma vida normal

Obviamente isso não é verdade. Como destacamos, além da medicação, os pacientes bipolares também contam com terapias individuais, familiares e em grupo.

Logo, essas estratégias tendem a ser eficazes, já que ajudam os pacientes bipolares a controlarem a doença. Dessa forma, com o tratamento, eles conseguem levar uma vida normal.

4# O tratamento é permanente

Sim, isso é verdade. Pacientes bipolares precisam aprender a conviver com a doença. Depois de receberem o diagnóstico, é imprescindível que haja um monitoramento médico, porque o ajuste no medicamento, por exemplo, é feito mensalmente pelo especialista.

5# A depressão está associada à bipolaridade

Verdade. De modo geral, os sintomas de depressão podem estar associados ao transtorno bipolar, porque os pacientes podem apresentar quadros de tristeza profunda, irritabilidade, sensação de vazio e insônia, por exemplo.

O transtorno bipolar, em suma, é uma doença psiquiátrica caracterizada, sobretudo, por alterações no humor, que podem ir de episódios de obsessão à depressão. Como vimos, a variação de humor é uma característica pontual, mas ela não é a única particularidade dessa patologia.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como psiquiatra em Foz do Iguaçu!

Posted by Dra. Simone Radecki in Todos
Depressão: como é feito o diagnóstico?

Depressão: como é feito o diagnóstico?

No mundo, mais de 300 milhões de pessoas sofrem de depressão, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). Aqui, no Brasil, os números sobre a doença também são significativos, uma vez que 12 milhões de brasileiros passam pelo mesmo problema.

Apesar de os números serem expressivos, muitos brasileiros se dizem envergonhados quando precisam revelar o diagnóstico. Por isso mesmo, 63% das pessoas entrevistadas pelo Ibope declararam que não contariam para suas famílias se tivessem a enfermidade.

Não para por aí, porque os jovens entre 18 e 24 anos que participaram da pesquisa alegaram que não contariam sobre a doença no ambiente de trabalho ou acadêmico.

Vale ressaltar que o crescimento da depressão entre adolescentes e jovens cresceu cerca de 115% no Brasil. Logo, este é um assunto de utilidade e saúde pública. Por isso, neste artigo, explico como é feito o diagnóstico da depressão. Quer ficar por dentro do tema? Continue a leitura!

O que leva uma pessoa a desenvolver depressão?

Os motivos, normalmente, variam de pessoa para pessoa. Porém, alguns fatores merecem destaque. Por exemplo, a vulnerabilidade genética faz com que algumas pessoas se tornem mais vulneráveis que outras.

Além disso, os maus hábitos ou algum gatilho também estão associados a esse tipo de manifestação. Ou seja, os vícios, a má alimentação, o estresse, o luto, as dívidas, enfim, tudo aquilo que, de alguma forma, desequilibra o funcionamento do organismo pode ser um fator de risco.

Quais são os sintomas da depressão?

Dentre os vários sinais da depressão, a mudança no humor merece destaque. Isso porque, geralmente, uma pessoa depressiva sente tristeza profunda, sentimento de culpa e isso faz com quem ela se auto desvalorize.

Além disso, é comum o doente ter alterações no apetite, na vida sexual e também no físico, já que as sensações de cansaço, dores pelo corpo, sonolência e insônia são frequentes neste quadro.

Como é feito o diagnóstico da depressão?

O diagnóstico só é obtido a partir de exames clínicos e sob a supervisão de um médico psiquiatra. No geral, o especialista conversa com o paciente para entender um pouco do seu contexto familiar, em relação à doença. Depois disso, o submete a alguns exames, a fim de analisar o histórico clínico.

Quais são os tratamentos recomendados?

O tratamento contra a depressão é multidisciplinar, portanto, implica o envolvimento de diferentes profissionais e atividades. Por exemplo, a mudança de hábitos é fundamental para o paciente que passa por esse problema. Então, além da medicação é imprescindível que ele estabeleça rotinas mais saudáveis no dia a dia.

Vale dizer que o acompanhamento psicológico é importante, porque isso ajuda o enfermo no processo de autoconhecimento. Outro ponto importante tem a ver com a prática de atividades físicas, visto que o sedentarismo compromete a recuperação.

Ou seja, o tratamento envolve o que chamamos de psicoeducação, terapia familiar, terapia comportamental, psicoterapia, fototerapia, enfim, implica a atenção de diferentes especialidades médicas.

Infelizmente, nos dias atuais, o número de pessoas depressivas aumenta consideravelmente. No entanto, embora os resultados de pesquisas realizadas até agora sejam preocupantes, é fundamental o envolvimento de todos no combate à depressão.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como psiquiatra em Foz do Iguaçu!

Posted by Dra. Simone Radecki in Todos
Como é feito o tratamento para TDAH?

Como é feito o tratamento para TDAH?

O transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) é um distúrbio que afeta de 3% a 5% das crianças no mundo. Quanto mais rápido o diagnóstico do TDAH, mais rapidamente o tratamento é iniciado e menor é o impacto na qualidade de vida da criança.

Por isso, estar atento aos primeiros sinais é de suma importância. Neste artigo, você vai conhecer mais sobre o problema e entender como funciona o tratamento para esses pacientes.

O que é TDAH?

A sigla significa transtorno de déficit de atenção com hiperatividade e diz respeito a um distúrbio neurológico que surge na infância, mas precisa ser tratado para que os sintomas não perdurem por toda a vida.

É um problema que acomete as crianças em idade escolar, principalmente os meninos. Esse transtorno foi classificado em três tipos, que variam de acordo com a intensidade dos sintomas apresentados pelo paciente. São eles:

  • Transtorno com predomínio dos sintomas de desatenção – quando apenas os critérios de desatenção foram preenchidos nos últimos seis meses;
  • Transtorno com predomínio dos sintomas de hiperatividade e impulsividade – quando apenas os critérios de impulsividade e hiperatividade foram preenchidos nos últimos seis meses;
  • Transtorno combinado – quando todos os critérios de desatenção, hiperatividade e impulsividade foram preenchidos nos últimos seis meses.

Apesar dos vários diagnósticos da doença, ainda existem pessoas que duvidam da sua existência. Porém, o TDAH é reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e, em países como os Estados Unidos, os pacientes são protegidos por lei.

Como funciona o tratamento para TDAH?

O tratamento precoce do transtorno é a melhor forma para que o portador tenha uma vida produtiva e saudável.  A base do tratamento está na assistência prestada por uma equipe multidisciplinar, que oferece suporte médico, mental e pedagógico.

A alternativa mais eficaz no tratamento do transtorno de déficit de atenção com hiperatividade é a Terapia Cognitivo Comportamental (TCC). Essa terapia é composta por técnicas que auxiliam no desenvolvimento comportamental da criança.

Além da TCC, o tratamento também compreende o uso de medicamentos e a orientação aos pais e aos professores. Geralmente, os fármacos prescritos são antidepressivos e psicoestimulantes.

Boa parte dos pacientes respondem bem à medicação, reduzindo em até 50% dos sintomas básicos da doença. Porém, os remédios costumam produzir alguns efeitos colaterais, tais como perda de apetite, insônia, irritabilidade, cefaleia e problemas gastrointestinais.

Esse transtorno não é um problema de aprendizado, mas sim de dificuldade em manter a atenção, a organização, além de causar inquietação. Esses sintomas afetam o rendimento escolar da criança e, por isso, os pais e professores precisam estar preparados para ensiná-la.

Quando o paciente apresenta algum grau de dislexia ou de disortografia, há a necessidade de acompanhamento de um fonoaudiólogo. O tratamento para TDAH só pode ser prescrito por um médico especialista, que irá analisar o quadro do paciente e buscar as melhores soluções.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como psiquiatra em Foz do Iguaçu!

Posted by Dra. Simone Radecki in Todos
8 sintomas da ansiedade

8 sintomas da ansiedade

De acordo com um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o primeiro país no ranking mundial com mais pessoas sofrendo com transtornos de ansiedade. Apesar de ser muito confundida com temor, ela se manifesta com sintomas bem característicos.

Quer saber quais sintomas são esses? Então, continue a leitura deste artigo. Nas próximas linhas, você vai conhecer um pouco mais sobre os principais sinais que indicam a presença do problema.

Sintomas da ansiedade

1# Perceber o perigo por todos os lados

Geralmente, pessoas que sofrem com transtorno de ansiedade generalizada (TAG) apresentam uma preocupação exacerbada com o perigo, chegando a ter reações desproporcionais à situação.

Alguns exemplos comuns são indivíduos que não viajam de avião porque têm certeza de que ele vai cair. A situação também pode se manifestar quando é preciso realizar algum procedimento médico simples.

2# Distúrbios do sono

Pessoas ansiosas sentem muita dificuldade para dormir, principalmente se no dia seguinte há algum evento muito importante para ela. Em alguns casos, elas sonham com trabalho e passam a noite pensando em soluções para alguma questão profissional não resolvida.

3# Medos irracionais

Outra característica comum são os medos irracionais. Imaginam que estão sempre perdendo algo, não são boas o suficiente e já vislumbram o fracasso. Esse temor excessivo afeta as relações pessoais e profissionais.

4# Inquietude constante

A ansiedade faz com que as pessoas não consigam se concentrar, pois estão sempre inquietas com alguma preocupação. Assim, costumam ficar angustiados, caminhando de um lado para o outro.

5# Problemas digestivos

O sistema gastrointestinal de quem sofre com TAG é muito afetado. Por isso, não é raro que eles sintam dores abdominais, má digestão, mal-estar, diarreia e azia. O excesso de preocupação afeta o sistema nervoso que, consequentemente, descontrola todo o corpo.

Em alguns casos, os indivíduos podem apresentar úlceras, gastrites, inflamações, refluxo gastroesofágico e síndrome do intestino irritável.

6# Sintomas físicos

Os indivíduos ansiosos também tendem a sofrer com sintomas físicos durante os picos de crise. Por isso, costumam manifestar tremores, fadiga, falta de ar, asfixia, arritmia, sudorese excessiva, mãos frias, boca seca, tontura, náuseas, micção frequente, entre outros.

7# Perfeccionismo

Pessoas que estão sempre buscando a perfeição têm muito medo de errar. Assim, é normal que também se tornem pacientes de TAG, pois nem sempre conseguem alcançar o alto padrão desejado, o que traz frustração e a infelicidade.

8# Dificuldades emocionais

Um sintoma clássico de quem sofre com TAG são os transtornos emocionais, tais como irritabilidade, mudanças de humor repentinas, nervosismo, transição rápida entre euforia e tristeza. Esses comportamentos costumam surgir em momentos de maior pressão e estresse.

Esses são os sintomas mais recorrentes apresentados por pessoas portadoras de transtorno de ansiedade. Esse problema precisa ser levado a sério. O paciente precisa buscar tratamento com um psiquiatra, caso contrário, o problema tende ter complicações. Apenas assim é possível voltar a ter uma boa qualidade de vida.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como psiquiatra em Foz do Iguaçu!

Posted by Dra. Simone Radecki in Todos